O ciclismo é uma prática esportiva indicada pela OMS nesse momento de pandemia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda atividades como caminhar e andar de bicicleta como meios de exercício e de locomoção.

“Sempre que possível, considere andar de bicicleta ou caminhar: isso proporciona distanciamento físico, ajudando a cumprir o requisito mínimo para a atividade física diária, que pode ser mais difícil devido ao aumento do tele trabalho e acesso limitado ao esporte e outras atividades recreativas”.

Pedalar é uma prática que traz diversos benefícios para a saúde física e mental, seja a bicicleta usada para lazer, locomoção ou como instrumento de um esporte organizado.

Aqui uma lista de benefícios físicos e psicológicos proporcionados pela modalidade.

Nas crianças e adolescentes:

Resistência cardiorrespiratória;

Aptidão muscular;

Composição corporal;

Melhoria da saúde óssea;

Melhoria no desenvolvimento do sistema cardiovascular e biomarcadores de saúde metabólicos.

Nos adultos:

Menor risco de morte precoce por AVC, diabetes tipo 2, pressão arterial elevada, perfis lipídicos adversos no sangue, síndrome metabólica, cólon e cancro do peito;

Prevenção de peso;

Perda de peso quando combinado com dieta;

Melhoria do sistema cardiorrespiratório;

Melhoria da circulação sanguínea;

Aptidão muscular;

Prevenção de quedas.

Além dos benefícios físicos citados acima, o ciclismo demonstrou estar associado a benefícios psicológicos, cognitivos e de funcionamento social, como:

Menor risco de depressão, angústia e estresse;

Melhor tempo de reação, atenção, coordenação e precisão durante as tarefas diárias;

Um nível mais alto de interação social percebida e real, respectivamente.

O contra ponto são sucessivas noites mal dormidas e um sono pouco restaurador, que é fator de risco associado a vários problemas cardíacos como, por exemplo, o aumento do risco de calcificação ou hipertensão arterial coronariana e pode acarretar outras doenças como diabetes, depressão e obesidade, além de causar uma diminuição no desempenho cognitivo, o que piora sua atenção e memória.

A noite de descanso ajuda o ciclista a regenerar os músculos e tecidos danificados após um treino exigente. O que evita possíveis lesões, especialmente musculares, nos próximos esforços que fazemos na bicicleta. Além disso, o sono reparador regula a liberação de cortisol (hidrocortisona), um hormônio que controla nosso nível de estresse e aumenta a atividade do sistema imunológico e fortalece nossas defesas contra possíveis doenças.

Então, caro ciclista, não dispense uma boa noite de sono antes de sair para o pedal!