Posts

Nos últimos tempos já não é novidade que o sono é o terceiro pilar da saúde e que não dormir o suficiente prejudica a qualidade de vida em diversos âmbitos. Existe a tendência de evitar dar atenção para aquilo que temos pouco ou nenhum conhecimento. Talvez seja por isso que ainda não tratamos este assunto com a seriedade que ele merece.

No entanto, cada vez mais surgem pesquisas científicas que comprovam que distúrbios do sono afetam drasticamente nossa atividade cerebral e do sistema imunológico.

Desta vez, encontramos a palestra do cientista do sono Matt Walker no TED Talks 2019, cujo nome é “Sleep is your super power – Dormir é o seu super poder.

Este é um convite que nos leva a descobrir o que realmente acontece quando alguém é privado do sono.

Como foi feita a pesquisa?

 Matt e a equipe de pesquisadores selecionaram um grupo de indivíduos e os dividiram em dois grupos experimentais: um grupo do sono e um grupo de privação do sono.

O grupo do sono, teve um total de oito horas de sono e o grupo de privação ficou acordado no laboratório, sob total supervisão.

Não houveram cochilos, nem a ingestão de cafeína e no dia seguinte, colocaram os participantes dentro de um scanner de ressonância magnética.

Lá tentaram fazer com que o grupo privação do sono aprendesse uma lista de novos fatos, ao mesmo tempo em que tiravam fotos da atividade cerebral.

Quando compararam os resultados dos dois grupos, encontraram um déficit bastante significativo de 40% nas capacidades do cérebro de criar novas memórias, nos casos em que houve privação do sono. Também houve uma queda de 70% na atividade das células natural killer.

Esse é um estado preocupante de deficiência imunológica que estabelece ligações significativas entre a privação do sono e o o desenvolvimento de inúmeras formas de câncer. Atualmente, essa lista inclui câncer de intestino, câncer de próstata e câncer de mama.

Na verdade, a ligação entre a falta de sono e o câncer é tão forte que a Organização Mundial de Saúde classificou qualquer forma de trabalho noturno como um provável agente cancerígeno, devido a uma interrupção dos ritmos de sono-vigília.

E por que isto acontece?

Matt explica que há uma estrutura que fica do lado esquerdo e do lado direito do cérebro, chamada hipocampo, que funciona quase como a caixa de informações do seu cérebro.

O hipocampo é muito bom em receber novos arquivos de memória e depois segurá-los. Quando observaram esta estrutura na pesquisa com as pessoas que dormiram as 8 horas, tiveram muitas atividades saudáveis em relação à aprendizagem.

No entanto, naquelas pessoas que foram privadas de sono, na verdade não conseguiram encontrar qualquer sinal significativo dessa atividade.

Portanto, é quase como se a privação do sono desativasse a caixa de entrada de memórias. Esse é um exemplo da importância do sono para o bom funcionamento do cérebro, mas o sono é essencial para todo o corpo. A perda do sono prejudica o sistema reprodutivo, cardiovascular, imunológico, etc.

Há por exemplo um experimento global realizado em 1,6 bilhão de pessoas em 70 países, duas vezes por ano, chamado de horário de verão. Agora, na primavera, quando perdemos uma hora de sono, vemos um aumento de 24% nos índices de ataques cardíacos.

No outono, quando ganhamos uma hora de sono, vemos uma redução de 21% nos ataques cardíacos. E o mesmo acontece em relação à acidentes de carro, acidentes de trânsito, até mesmo nas taxas de suicídio.

O que acontece com a qualidade fisiológica do seu sono quando você dorme 8 horas? Você restaura a sua memória e habilidade de aprendizado?

Quando colocaram eletrodos por toda a cabeça dos participantes, descobriram que existem ondas cerebrais grandes e poderosas que acontecem durante os estágios mais profundos do sono. Também perceberam que ocorrem explosões espetaculares de atividade elétrica, as quais chamaram de fusos de sono.

É exatamente a qualidade combinada dessas ondas cerebrais de sono profundo que age como um mecanismo de transferência de arquivos à noite. Ou seja, transfere as memórias de um reservatório de curto prazo para um local de armazenamento de longo prazo e, protege-as.

Algumas das áreas médicas que Matt desenvolveu o seu trabalho clinicamente, foi o envelhecimento e a demência. Porque é claro que não é segredo que, à medida que envelhecemos, nossas habilidades de aprendizado e memória começam a desaparecer e diminuir.

Mas o que também descobriu é que uma assinatura fisiológica do envelhecimento é que o seu sono piora, especialmente a qualidade do sono profundo. E só no ano passado, foram publicadas evidências de que essas duas coisas, elas não estão simplesmente co-ocorrendo, elas estão significativamente inter-relacionadas.

E isso sugere que o rompimento do sono profundo seja um fator subestimado que está contribuindo para o declínio cognitivo, o declínio da memória no envelhecimento e, mais recentemente, também na ocorrência da doença de Alzheimer.

Existe possibilidade de reverter a situação?

Ao contrário de muitos outros fatores relacionados ao envelhecimento (que são extremamente difíceis de tratar como por exemplo, as mudanças na estrutura física do cérebro) em relação ao sono é possível agir em direção à melhoras.

E uma maneira que encontraram para se aproximar disso no centro de sono de Matt foi desenvolvendo um método chamado de estimulação cerebral atual direta.

O método acontece por meio da aplicação de uma pequena quantidade de voltagem no cérebro, tão pequena que normalmente não se sente, mas que tem um impacto mensurável.

Por exemplo, quando aplicam essa estimulação durante o sono em adultos jovens e saudáveis, conseguem não só amplificar o tamanho dessas ondas cerebrais de sono profundo, mas também quase dobrar a quantidade de benefício de memória que você obtém do sono.

O desafio que eles encontram agora é o de tornar essa mesma tecnologia acessível para adultos mais velhos e com demência.

Quais são as dicas para um bom sono?

A primeira dica de Matt é regularidade.

Ir para a cama e acordar no mesmo horário todos os dias, seja em dias de semana ou finais de semana.

Isto faz uma ancoragem melhorando a quantidade e a qualidade do sono. A segunda é manter a calma.

O corpo precisa reduzir sua temperatura central em cerca de dois a três graus Fahrenheit para iniciar o sono e depois para continuar dormindo, e é a razão pela qual você sempre acha mais fácil adormecer num ambiente frio do que, num ambiente muito quente.

Então, aponte para uma temperatura ambiente de cerca de 65 graus, ou cerca de 18 graus Celsius porque esta é a temperatura ideal para o sono da maioria das pessoas.

O sono, infelizmente, não é um luxo de estilo de vida opcional, é uma necessidade biológica não negociável, é o seu sistema de suporte à vida.

E a dizimação do sono em todas as nações industrializadas está tendo um impacto catastrófico em nossa saúde, no nosso bem-estar, até mesmo na segurança e educação de nossos filhos. É uma epidemia silenciosa de perda de sono, e está rapidamente se tornando um dos maiores desafios de saúde pública que enfrentamos no século XXI.

 

Matt Walker Ted 2019

O sono é tão vital para a nossa saúde quanto os alimentos que ingerimos e o ar que respiramos. Quando não dormimos uma noite bem, ficamos estressados. No dia seguinte, estamos com um certo mau humor e pouca energia para as atividades. Imagina passar dias, semanas ou até anos assim?

O envelhecimento precoce é mais um prejuízo que ocorre quando você dorme mal.

Através de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos,  cientistas constataram que dormir mal aumenta a formação de rugas e de manchas na pele.

O trabalho foi coordenado pela pesquisadora Elma Baron e avaliou as mudanças na aparência de 20 pacientes, meses após o início do tratamento.

Os testes aconteceram por meio de um aparelho que deixava o oxigênio fluir constantemente durante o sono. Para analisar as transformações, eles utilizaram recursos da cirurgia plástica e também contaram com a opinião de 22 pessoas.

Essas pessoas não sabiam do tratamento, mas foram chamadas para ver as fotos dos participantes antes e depois do uso dos equipamentos. Os convidados comentavam que na foto, após o tratamento, as pessoas pareciam mais jovens e atraentes.

Nos exames a melhora na qualidade da pele foi notável. A testa, estava menos inchada e a tonalidade da pele, menos avermelhada. A hipótese defendida pelos cientistas é de que dormir mal pode estimular o stress oxidativo da pele e ocasionar danos no material genético das células.

Por que isto ocorre?

O hormônio que se chama somatotrofina (símbolo GH ou GHRH), também chamada de hormônio do crescimento, tem sua síntese produzida pela glândula adenoipófise e determina o crescimento corporal a partir do desenvolvimento ósseo, cartilaginoso e muscular. Esta atividade hormonal ocorre durante o sono  e é responsável pela vitalidade e renovação das células.

Quando não dormimos, o hormônio deixa de renovar e nutrir as células, causando desta forma o envelhecimento precoce. A deficiência deste hormônio no organismo causa enfraquecimento dos ossos, perda da massa muscular e celulite.

Como evitar o envelhecimento precoce?

Manter uma consistência nestes hábitos saudáveis evita o envelhecimento precoce e até o surgimento de enfermidades. Porque a falta de sono interfere em diversos âmbitos da saúde e pode desencadear outros problemas como depressão, ansiedade, hipertensão, agravamento diabetes. Com pequenos ajustes você pode melhorar muito a sua qualidade de vida.

Crie um ambiente tranquilo para que o seu sono seja verdadeiramente renovador. Colchões terapêuticos e ortopédicos favorecem uma boa noite de descanso, porque a coluna estando alinhada não é preciso acordar ao longo da noite para trocar de posição.

Já existem tecnologias que são implantadas nestes colchões para auxiliar no relaxamento e induzir a um estado de sono profundo, como por exemplo, o infravermelho longo. E é claro, se você já mantém uma alimentação equilibrada e pratica exercícios físicos você aumenta as chances de adormecer com facilidade e obter horas de sono eficazes.

O próximo passo é observar se você está favorecendo o momento de relaxar ou está ocupando demais a sua mente com atividades que você poderia realizar em outro horário. Estabeleça uma rotina do sono, durma aproximadamente 8 horas por dia e tenha um horário padrão para adormecer e para acordar.

Deixar o filho dormir na mesma cama pode parecer uma prática inofensiva e até amorosa, mas no final das contas este hábito pode gerar sérias consequências. É o caso da Milena, uma juíza que dorme com a sua filha de 2 anos e seu esposo e acabou enfrentando alguns problemas pelo caminho.

 

Milena tem uma rotina diária corrida. Além de ser juíza e mãe de três filhos, trabalha duas vezes por semana numa cidade vizinha

Ela precisa se organizar muito bem para conseguir conciliar trabalho e família. Com o passar do tempo sua filha, Luísa, se acostumou a dormir com os pais.

Milena pensava que esta era uma maneira de ficar mais perto de Luísa, aproveitar melhor o tempo que estavam juntas.

Porém, esta não foi uma boa prática para a saúde da família. Após 6 meses dormindo juntos, todos apresentaram queixas.

Luísa começou a se acordar diversas vezes durante a noite. Frequentemente, não conseguia retomar o sono e no dia seguinte estava com vontade de dormir fora do horário habitual. Isto afetou seu desempenho nas atividades da escola.

Paulo, seu marido começou a demorar para dormir com sintomas claros de insônia. E Milena, que já tinha uma rotina bastante intensa, descobriu uma hérnia de disco que lhe impossibilitou de trabalhar por uma semana.

Por meio da história de Milena e sua família podemos perceber que parte das soluções estão relacionadas com a mudança de hábitos. Muitos dos distúrbios que enfrentamos se devem a ações danosas, que repetidamente geram consequências mais graves.

O que fazer?

A sociedade americana de pediatria indica que o bebê durma no mesmo cômodo dos pais, ao lado dos pais, mas não na mesma cama.

Depois quando a criança começa a dar os primeiros passos, o recomendado é que ela já esteja dormindo no seu próprio quarto. Muitas vezes nessa fase de adaptação existe resistência da parte da criança porque ela sente falta da segurança que os pais passam.

Isto é normal, mas mesmo com um pouco de dificuldade vale a pena educar a criança para que ela consiga superar o medo inicial.  Conversar com o seu filho para entender o que ele está sentindo e encontrar maneiras de demonstrar que é seguro estar sozinho na hora de dormir, é uma ótima medida para que ele comece a se adaptar.

Você pode contar histórias para que ele se distraia, ou até para convencê-lo de que não há o que temer. Mesmo que chore, berre ou tente ir para a cama dos pais no início, depois de um tempo sendo reeducado, provavelmente irá se acostumar com o seu próprio quarto.

Ceder ao desejo dos filhos de dormir junto, traz sérias consequências como vimos na história de Milena e também causam dependência emocional. Os filhos que se acostumam com este hábito, vinculam o sono seguro aos pais.

Assim, não conseguem encontrar em si a força para superar o medo de dormir sozinhos.  Além disso, com o passar do tempo provavelmente acarretará em distúrbios do sono e problemas de coluna para todos os envolvidos (pai, mãe e filho).

Será que a nossa cultura de vício em tecnologia e internet tornou impossível conseguir a perfeita noite de sono? 

 

De acordo com o NHS Choices, uma em cada três pessoas é afetada por insônia e aquelas que dormem menos de seis horas por noite, têm uma taxa de mortalidade maior. Um dos maiores motivos para isso é nossa dependência principalmente às inovações tecnológicas.

Há uma influência impressionante das redes sociais nas nossas vidas que dificultam muito o nosso desligamento na hora de dormir. Mas não devemos olhar para a tecnologia de forma totalmente negativa quando se trata de dormir. Nem tudo está perdido porque também podemos utilizá-la para obter melhoraras no sono.

Soluções em tecnologia do sono

A resposta está nos produtos que já possuem a tecnologia certa para proporcionar conforto, descanso, alívio de dores, rejuvenescimento, melhora na circulação sanguínea, correção postural. Há um fluxo cada vez maior na procura por novas alternativas que atuem diretamente na nossa condição física e bem-estar mental.

Existem dispositivos que são especialmente projetados para acalmar nossos sentidos e estimular nosso sistema interno a nos deixar sonolentos. Para isso são utilizados diferentes materiais que produzem efeitos variados, dependendo do que você deseja solucionar.

Magnetoterapia

Esta terapia vem sendo cada vez mais utilizada como uma ótima alternativa para quem tem uma lesão ou doença, pois proporciona melhora significativa e rápida da dor.

Os imãs são compostos de ligas metálicas, como ferro, níquel ou cobalto e por conta disso, atraem muitos tipos diferentes de partículas metálicas.

O sangue contém ferro e, quando os imãs terapêuticos são colocados na pele, o campo magnético penetra através da pele, dos tecidos circunvizinhos e da corrente sanguínea.

O ferro no sangue é atraído para o campo magnético, causando movimento dentro da corrente sanguínea e o aumento da atividade faz com que o fluxo sanguíneo melhore.

Quando ocorre o aumento do fluxo sanguíneo, na área onde os imãs são colocados, nutrientes e hormônios são distribuídos aos órgãos e tecidos com muito mais eficácia e rapidez.

Assim, os tecidos também ganham oxigênio, incluindo endorfinas (hormônio natural analgésico do corpo). Campos magnéticos também afetam a dispersão dos glóbulos vermelhos e a medida que as células se movem ao longo do sistema circulatório “captam” oxigênio e nutrientes.

Quando os ímãs são aplicados, essas células “se espalham”, dando-lhes mais espaço para realizar seus trabalhos. Isto significa mais oxigênio, entrega e remoção de nutrientes e mais energia.

Assim, a inflamação no corpo é aliviada e os danos causados ​​pelo processo inflamatório começam a ser reparados por um suprimento fresco e rico de oxigênio e nutrientes. As células que foram rompidas e desoxigenadas começam a cicatrizar, fazendo a regeneração tecidual, eliminando o excesso de líquido e toxinas.

O sistema circulatório retorna ao normal e o coração não precisa trabalhar tanto para bombear fluido extra ao redor do corpo. Os campos magnéticos estabilizarão todos esses processos e ajudarão o corpo em sua recuperação.

Infravermelho-longo

Vivemos numa época em que somos bombardeados por toxinas, herbicidas e pesticidas em nossos alimentos, produtos químicos adicionados à nossa água, para não mencionar a poluição industrial e medicamentos. Essas toxinas têm sido associadas a todas as dores de nossos corpos.

As propriedades benéficas do infravermelho longo receberam atenção especial da comunidade científica nos últimos anos, embora a primeira pesquisa realizada nesta parte do espectro de luz tenha sido realizada pela NASA há várias décadas.

 Os raios infravermelhos longo fazem parte do espectro de luz eletromagnética e estão próximos da frequência da luz natural do sol, que estimula a produção de vitamina D.

No entanto, o infravermelho longo não contém nenhuma radiação UV / UVB nociva da luz solar e provavelmente seja o tipo de radiação eletromagnética natural (REM) mais abundante em nosso mundo.

Estudos mais recentes mostram que ele estimula a produção de tecido celular saudável, o que pode promover processos de cura mais rápidos e mais completos.

A terapia com esta tecnologia também elimina resíduos e toxinas celulares, fazendo ressonância com as moléculas de água, melhorando a circulação e a condição da nossa saúde.

No seu processo de envelhecimento a água começa a se aglomerar, uma molécula se une a outra e forma uma estrutura chamada “clusters”. Com a ação do Infravermelho Longo, as moléculas de água vibram e quebram a cadeia molecular proporcionando melhor circulação.

Os produtos que contém infravermelho longo (colchões, travesseiros, pillow cervical e pulseira) oferecem relaxamento profundo, melhoram o sono, aumentam a resistência, proporcionam melhorias vasculares e uma sensação geral de bem-estar.

Terapia Bioquântica

Segundo a física quântica tudo na natureza é energia condensada, inclusive os seres humanos, então melhoramos e fortalecemos esta energia podemos ver resultados positivos no nosso corpo físico.

Porém, muitas vezes ocorrem interferências nas ondas de energia que acabam por prejudicar a ressonância do campo magnético dos átomos, gerando caos no organismo.

Esta interferência é produzida por moléculas de toxinas, ondas de rádio, ondas curtas, celulares ou pelo próprio homem, devido ao estresse, aos estados tensionais, emocionais, sedentarismo, desequilíbrios alimentares, etc. O resultado disso é uma alteração na nossa frequência.

Isto altera toda a nossa ressonância vibracional, nosso padrão quântico, e começa a nos “desestruturar”, a nos adoecer pouco a pouco. Assim, cansamos com facilidade, desenvolvemos problemas de sono, dores musculares e articulares frequentes.

Os produtos que oferecem a terapia bioquântica proporcionam ao corpo vibrações de frequência saudável, equilíbrio físico e energético. Também agem no sentido de restabelecer as desordens, mantendo o nosso organismo saudável por muito mais tempo, prevenindo e evitando a propagação de doenças.

Para dormir bem

No mundo e na sociedade atual que vive em ritmo acelerado as 24 horas do dia, nunca foi tão importante cuidar da quantidade do sono para ter uma boa saúde física e mental.

Com o uso de produtos que possuem tecnologia de auxílio ao sono, você pode encontrar a solução perfeita. Para obter mais informações sobre a gama de produtos Cia Do Sono, clique aqui:

https://www.ciadosono.com.br/loja

 

A boa alimentação, os exercícios físicos e o sono são a base da pirâmide da qualidade de vida. Os três hábitos são vitais e devem se manter em equilíbrio, sem sacrificar um pelo outro. Comer mal e não se exercitar pode resultar em um sono sem qualidade, afetando todo o resto da sua vida. Exercitar o corpo proporciona um sono mais profundo e, consequentemente, mais reparador, como vimos nas páginas anteriores.

Durante os exercícios físicos, é liberada a endorfina, um neurotransmissor que atua como analgésico e que resulta na sensação de bem estar, que dá disposição e ajuda a aproveitar melhor o dia. Para o especialista em fisioterapia esportiva e fundador da Body Health, uma clínica de São Paulo especializada em saúde preventiva, Paulo Szego, a prática de atividade física nos ajuda a dormir melhor porque nos deixa mais cansados naturalmente.

Por isso, também, que os sedentários levam mais tempo para dormir: são em média dez minutos a mais dos que se exercitam regularmente. “O sedentarismo é uma das causas agravantes de vários acometimentos como obesidade, pressão alta, diabetes e problemas cardiorrespiratórios. Além disso, quem pratica atividade física com regularidade, dorme melhor e tem uma melhor qualidade de vida”, explica Szego. O fisioterapeuta ainda recomenda que os sedentários procurem um profissional antes de começar a praticar atividades físicas e, assim, ter menos riscos de lesões.

Porém, a prática de exercícios pode ter efeito contrário, caso não seja cuidado o horário que se costuma realizar o exercício. Segundo especialistas, a quantidade de endorfina que o corpo libera é maior pela manhã e ao longo do dia e, por isso, a disposição é maior. À noite, essa quantidade é menor, fazendo com que esse horário não seja o mais adequado. Mas, caso a noite seja o único momento que a pessoa tem para se exercitar, é preciso escolher atividades de menor intensidade. Atividades de muita intensidade aumentam a adrenalina no organismo, o que pode atrapalhar o sono. Um estudo do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein mostra que o ideal é realizar o exercício físico no mínimo quatro horas antes de dormir.

Quem já sofre algum distúrbio do sono, a recomendação é que se procure um especialista antes de começar a se exercitar. Dormir mal pode trazer vários problemas que impedem uma vida com qualidade, como cansaço durante o dia, sonolência e até falta de memória.

 

EXERCÍCIOS AJUDAM A DORMIR MELHOR E SER MAIS PRODUTIVO

 

Segundo a Organização Mundialda Saúde (OMS) é recomendado a prática de, no mínimo, meia hora de exercícios físicos em cinco dias na semana. “Se você realizar esse mínimo de atividade física, com certeza já vai sentir refletir na qualidade do sono”, pondera o fisioterapeuta do esporte, Paulo Szego. O número de dias e horas recomendados pela OMS foram confirmados em um estudo publicado na revista Mental Health and Physical Activity, que revelou que pessoas que praticam pelo menos 150 minutos de exercícios por semana dormem melhor e ficam mais alertas durante o dia do que aquelas que praticam pouco ou nenhum exercício.

Liderada por um pesquisador da Bellarmine University, nos Estados Unidos, a pesquisa contou com mais de 2.600 homens e mulheres com idades entre 18 e 85 anos. Os resultados mostraram que pessoas que praticavam essa quantidade de atividades físicas tinham uma melhora de 65% da qualidade do sono.

Elas também apresentaram um maior aproveitamento do dia em relação àquelas que praticavam menos exercícios ou nenhuma atividade. Os cientistas também comprovaram que a prática de exercícios ainda previne diversos problemas psicológicos e cardiovasculares.

 

Leia também: Empresa brasileira desenvolve colchão especial para praticantes regulares de atividades físicas. 

Paulo Szego reforça as recomendações da OMS e da pesquisa acrescentando que dormir bem – o que para a média signi ca de 7 a 8 horas por dia – também pode melhorar os efeitos do exercício físico, já que o metabolismo funciona melhor após uma boa noite de sono. Com isso, a pessoa pode perder mais gordura e ter mais precisão nos movimentos. “Quem dorme bem, acorda mais disposto e isso reflete em tudo no seu dia. A pessoa se relaciona melhor, fica mais animada e também mais disposta para a realização de exercícios”, diz Paulo Szego.

O professor universitário e dentista, Guilherme Anziliero Arossi se considerava um sedentário até pouco tempo. A busca por uma melhor qualidade de vida o levou à prática de exercícios físicos. Alguns meses depois de encarar a musculação cerca de três vezes por semana, Arossi já notou mais disposição, sensação de bem-estar, melhora do humor e redução de dores por má postura. “A oxigenação dos tecidos e a liberação de endorfinas proporcionam uma sensação de bem-estar no praticante de atividade física. Além disso, o fortalecimento muscular faz com que nosso corpo consiga se manter sem dor por mais tempo frente à má postura que invariavelmente nossas atividades diárias nos expõe”, relata ele.

 

QUAIS OS EXERCÍCIOS MAIS INDICADOS

Na hora de escolher uma atividade física que pode ajudar na hora do sono as que se destacam são as que trabalham o alongamento e a exibilidade muscular, como ioga e tai chi chuan. Esse tipo de exercício, com movimentos suaves, além de tranquilizar, diminui a tensão muscular, a dor e a fadiga. Já os exercícios aeróbicos como a corrida, o ciclismo e a natação, por exemplo, garantem o condicionamento do sistema cardiorrespiratório e, com isso, podem diminuir as chances de apneia – uma parada repetida e temporária da respiração durante o sono. O problema é normalmente associado ao ronco.

O exercício físico, nesses casos, também ajudará a controlar o peso, uma vez que geralmente quem sofre de apneia tem obesidade. As pessoas que tem o sono cortado também podem fazer dos exercícios um aliado do sono. Isso porque as atividades físicas ajudam a aumentar a quantidade de sono profundo e diminuem o número de despertares e de vigília durante a noite. Para quem é sedentário e está começando a fazer atividade física, a melhor opção é a caminhada leve. Uma simples caminhada é muito fácil de se fazer e pode ajudar a prevenir e tratar diversas doenças. Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência (veja quadro).

Já a corrida é indicada para pessoas que têm aptidão e um maior condicionamento físico. Quem sente dor, por exemplo, deve optar pela caminhada, já que a corrida oferece grande impacto e pode agravar a lesão. Para as pessoas que pretendem apenas se tornarem mais ativas, a caminhada simples e leve já é su ciente. No entanto, se o objetivo for emagrecer ou competir, por exemplo, é melhor optar pela corrida. Com o passar do tempo, os sedentários que começaram caminhando já podem se arriscar, aos poucos, a correr, aumentando a velocidade gradativamente.